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Alquimia

Redirecionado de Alkahestria

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"A alquimia é uma ciência de compreensão, decomposição e recomposição da matéria. Contudo, não é uma técnica onipotente, pois não é possível criar algo do nada. Se você deseja obter alguma coisa, é preciso pagar um preço, e este é o fundamento da alquimia, a chamada troca equivalente. Existe um tabu na alquimia que não pode ser quebrado por ninguém, a chamada transmutação humana."
—Abertura da série.

Alquimia (錬金術, Renkinjutsu) é uma antiga prática do mundo de Fullmetal Alchemist, que funde ciência e artes místicas.

Seus princípios mais básicos são os da manipulação da matéria pelo uso de energia e da troca equivalente. A manipulação da matéria ou transmutação, é geralmente descrita em três passos básicos:

Mestre.png

Um mestre alquimista estudando.

  • a compreensão ou entendimento refere-se ao conhecimento da estrutura atômico-molecular e propriedades estruturais do material a ser transmutado. Isto inclui o potencial cinético, e necessita de vários anos de estudo e pesquisa. Como demonstrado na série, a compreensão pode não ser suficiente para algumas pessoas realizarem a alquimia desejada, mas é vital para a prática. Esta etapa inclui o design e memorização de círculos de transmutação. Como demonstrado por Scar, o alquimista precisa ter a estrutura do material memorizada, razão pela qual sua técnica de destruição humana não pôde destruir a prótese de Edward Elric.[1]
Transmutação.png

Transmutação simples.

  • a decomposição ou destruição refere-se ao processo de quebrar a estrutura física do material a ser transmutado. Isto torna o material maleável. É possível parar na descomposição.
  • a recomposição, reestruturação ou "criação" refere-se ao fim da transmutação, em que o alquimista altera a forma física do material, podendo até mesmo mover seus átomos em novas ligações, transformando-o em uma ou mais substâncias diferentes.

A lei da troca equivalente

Artigo principal: Troca equivalente
Ouroboros1.png

Ouroboros, "aquele que devora a própria cauda", um dos símbolos da troca equivalente, como mostrado no mangá.

A alquimia é muitas vezes vista como uma prática mágica, miraculosa ou divina[2] por não-praticantes, que pensam que alquimistas podem fazer literalmente qualquer coisa, embora este seja um pensamento extremamente equivocado. Existem certas leis e limitações para a prática alquímica, todas caindo no conceito da troca equivalente, de que para se obter algo, uma coisa de igual valor deve ser dada em troca. No geral, o conceito de troca equivalente pode ser dividido em duas leis chave, a lei da conservação das massas[3] e a lei da providência natural.

A conservação das massas basicamente explica que a massa de um sistema não pode ser alterada, já que a energia e matéria não podem ser criadas ou completamente destruídas (ao ponto de inexistência), precisando existir continuamente. Isto significa que para se transmutar um objeto que pese um grama, você precisa de pelo menos um grama de material, e decompor este material em pedaços pequenos não mudaria seu peso, apenas sua forma. Este é o famoso princípio de que "nada se perde, tudo se transforma".

A providência natural limita o poder de transmutação de um alquimista ainda mais, pois um material feito de certa substância pode apenas ser transmutado em outro com as mesmas propriedades. Por exemplo, a água (H₂0) pode ser decomposta em hidrogênio (H) e oxigênio (O) facilmente, enquanto que não seria suficiente para produzir um gás como o nitrogênio (N) ou um metal como o ferro (Fe).

Círculos de transmutação

Artigo principal: Círculo de transmutação
ElricCircle.png

O círculo de transmutação humana desenvolvido pelos irmãos Edward e Alphonse Elric.

Para se utilizar a alquimia de forma eficiente, é necessária a utilização de um símbolo conhecido como círculo de transmutação (錬成陣, Renseijin), que precisa possuir um design específico para o tipo de transmutação. A razão por trás da forma arredondada é o fato de todos os conceitos de transmutação completa (compreensão, decomposição e reestruturação; troca equivalente etc.) serem cíclicos.

Um círculo de transmutação pode ser desenhado ou formado na hora do uso a partir de qualquer material (carvão, tinta, sangue etc.), gravado permanentemente em um objeto (armas, luvas, peças de armadura etc.) ou mesmo tatuado no corpo de uma pessoa. Estes símbolos são formados por duas partes básicas, o círculo e as runas.

O círculo alquímico é o condutor do fluxo de poder, que conduz a força (ou energia) do solo e ar, que ocorre naturalmente na alquimia clássica (alcahestria) e por meio de tubos de energia bruta na alquimia de Amestris. O círculo representa as energias cíclicas do planeta e seus fenômenos naturais.

As runas alquímicas estão localizadas dentro do círculo, e possuem uma grande variação em design e posição dentro do símbolo devido ao fato de serem baseadas em estudos, textos antigos e experimentos. Todas as runas correspondem a uma forma de transformação de energia, de modo que um círculo bem feito permite ao alquimista alterar esta energia do modo que desejar, contanto que este não viole a troca equivalente. Runas geralmente possuem polígonos com formas triangulares quando utilizadas em transmutações básicas, e nesse caso podem representar o ar, a água, a terra ou o fogo dependendo de seu posicionamento. Um bom exemplo de runa é o hexagrama (encontrado na série principalmente no símbolo ouroboros, com versões diferentes no mangá e anime), que utiliza-se de oito triângulos multi-direcionais para representar todos os quatro elementos clássicos de uma só vez. Runas mais esotéricas, como símbolos da astrologia, imagens e linhas de texto também podem ser encontradas nos círculos de transmutação.

Ordens de transmutação

AlquimiaScar.png

Os dois braços de Scar, baseados nos estudos de seu irmão. O direito é a destruição, enquanto o esquerdo é a reconstituição.

A ordem, runa ou montagem de transmutação é uma variação do círculo de transmutação tradicional onde o símbolo não fica necessariamente confinado ao círculo alquímico. Assim como o círculo, a ordem é utilizada para a circulação da energia do planeta, e pode até mesmo não possuir um círculo alquímico. Ordens diferem-se muito de círculos no meio em que são utilizados, sendo encontrados em forma de tatuagem muito mais frequentemente, devido ao formato do corpo humano. Exemplos de ordens de alquimia são os braços de Scar e seu irmão, o "Grande Arcano"[4] e a tatuagem nas costas de Riza Hawkeye, que contém o segredo da alquimia das chamas de Berthold Hawkeye.

Ordens tem um potencial de inovação muito maior do que a de círculos, e nos mais de 300 anos de alquimia de Amestris, grandes avanços foram feitos nos campos da alquimia ao se misturar diferentes runas em ordens completamente novas.

O grande tabu da alquimia

Com os experimentos de incontáveis alquimistas talentosos, surgiu a prática conhecida como transmutação humana (人体錬成, Jintai Rensei). Seja por desespero, malícia, arrogância, curiosidade ou mesmo o desejo de ajudar as pessoas, muitos se aventuram neste obscuro lado da transmutação, embora todos os que obtenham algum sucesso paguem um preço extremamente alto.

Homúnculos e a falsa ressurreição

EdPerneta.png

Edward perde sua perna ao tentar uma transmutação humana, criando um homúnculo perto da morte, que ele e seu irmão pensaram ser sua mãe.

Tentativas de ressuscitar os mortos são a forma mais comum de transmutação humana, e possivelmente a mais devastadora ao usuário. A utilização desta forma de alquimia resulta na perda de algo inestimável ao usuário (como a capacidade de ter filhos de Izumi Curtis, por exemplo). A explicação para isso é que uma transmutação humana sempre resulta em Deus puxando o usuário para os domínios da Verdade, onde ele terá o conhecimento por trás de seu portão alquímico forçado em sua cabeça em troca de algo inestimável. O alquimista será recompensado de acordo com o valor do sacrifício, o que é demonstrado pelos irmãos Elric, Edward perde sua perna pelo conhecimento (no caso, a transmutação básica sem círculos ou runas) e seu braço para transmutar a alma (utilizando o conhecimento que aprendera) de seu irmão Alphonse, que por sua vez sacrificou seu corpo todo, ganhando mais habilidades.

A impossibilidade da transmutação humana é um fato, sendo que quando uma alma deixa o mundo, nada ao alcance de um ser humano poderá trazê-la de volta.[5][6] Dentre os fatores que causam a falha completamente certa de uma ressurreição humana estão a dificuldade de se obter um substituto para a alma humana e o fato da fórmula básica da transmutação estar equivocada. Muitos praticantes do tabu da ressurreição pensam que chegaram perto quando vêem o ser vivo proveniente da transmutação humana, mas não notam que trata-se de uma existência totalmente separada da da pessoa que tentaram trazer de volta à vida, sendo uma criatura artificial, também conhecido como um homúnculo.

Isto indica que o método utilizado na "ressurreição humana" é na verdade a receita para se produzir um homúnculo, e mesmo a pedra filosofal, que é capaz de agir como uma alma, seria apenas capaz de criar um ser artificial completo. O ser conhecido como "homenzinho do frasco" era uma existência contida no portão da verdade que o alquimista do rei de Xerxes conseguira prender em um frasco especial utilizando-se do sangue de seu escravo número 23, Van Hohenheim.

A verdadeira ressurreição

Apenas na série de 2003 a verdadeira ressurreição humana é possível, sendo que a animação declara que é possível trazer os seres humanos mortos de volta à vida. Mesmo assim, a ligação entre a prática e a criação de homúnculos continua, sendo que todo aquele trazido dos mortos se tornará um ser inumano. Porém, homúnculos possuem formas e lembranças iguais ou semelhantes às que possuíam em vida. Utilizando a pedra filosofal ou uma vida humana, é possível trazer o humano de volta exatamente como era em vida, de forma que não se torne um homúnculo e, possivelmente, transformar quaisquer homúnculos existentes em humanos completos.

O tabu do tabu

SlicerRuna.png

A ordem presente no elmo dos irmãos Slicer.

Uma forma pouco conhecida de transmutação humana é a manipulação de almas, que não aparece em nenhum livro ou documento conhecido. Apesar de tanto segredo, diversas transmutações de alma foram realizadas na série, a maioria pelos homúnculos e seus aliados. O processo geralmente envolve a remoção de uma alma, um objeto inanimado e uma ordem desenhada com sangue (geralmente da pessoa transmutada), que é muito semelhante a um círculo de transmutação, e termina com o selamento de uma alma ao objeto, animando-o. Este objeto varia, podendo ser algo inanimado por natureza, como uma armadura (o mais utilizado), ou mesmo outro corpo, humano ou de outro tipo de animal.

Os símbolos utilizados nesta prática são conhecidos como ordens de alma ou runas de sangue, ordens que sempre possuem uma runa para chama ou faísca em seu design, simbolizando o "fogo" da vida, ou mesmo a alma em si. Pessoas com almas seladas não sentem dor nem morrem enquanto suas ordens permanecerem intactas, mas a junção de um corpo não-mortal com uma alma é algo imprevisível, de modo que a rejeição e separação da alma e objeto são quase certas se passarem tempo suficiente ligados. O corpo original da pessoa precisa estar vivo para que a transmutação funcione[5][6], e se este for capaz de mobilidade (como no caso de Barry), ele será atraído de maneira sobrenatural para sua alma.[5][6] O corpo sem alma da armadura viva Barry teve a alma de um animal transmutada em si, mas a rejeição fez com que o corpo (mesmo vivo) entrasse em decomposição rapidamente.

No filme Fullmetal Alchemist: Conquistador de Shambala[4], Alphonse Elric é capaz de transferir parte de sua alma a diversas armaduras metálicas simultaneamente e permanecendo acordado em seu corpo habitual. Apesar de tal noção ser simplesmente absurda de acordo com a lógica do mangá, uma explicação foi dada, a de que como sua alma fora transferida a diversos objetos (de seu corpo a uma armadura, à pedra filosofal e de volta ao corpo original), ela adquirira características instáveis, podendo ser mais facilmente manipulada. Quando uma única armadura é enviada à Verdade, sua consciência parece passar completamente para lá.

A transmutação de fusão biológica

Quimera.png

Uma quimera não-humana.

A melhor representante de alquimia biológica é a ciência das transmutações quiméricas, que se foca no estudo da união de dois corpos diferentes em um único ser. Apesar de certos grupos escondidos do governo amestrino realizarem experimentos com quimeras humanas, a proibição nacional da transmutação humana proíbe completamente o uso civil e militar desta prática sob pena de revogamento de licença (no caso de um alquimista federal) e julgamento.[7] O uso de quimeras não-humanas é permitido e mesmo estimulado pelo governo, e o alquimista federal Shou Tucker era considerado a autoridade nesse tipo de alquimia por ter criado uma suposta "quimera falante", que acabara sendo revelado como o primeiro caso reportado de uma quimera humana (a fusão de sua esposa com algum animal) após a investigação de Edward e Alphonse Elric. Na época da criação da segunda quimera falante de Tucker (a fusão de sua filha Nina Tucker e seu cão de estimação Alexander), o exército amestrino já possuía conhecimento para criar quimeras humanas perfeitas.

A transmutação medicinal e o pulso do dragão

CírculoXerxes.png

O símbolo original utilizado em Xerxes para a criação de pedras filosofais humanas. Este conhecimento vem diretamente de Pai, que era parte de Deus antes de ser puxado do portão alquímico.

A primeira forma de alquimia conhecida era a de Xerxes, que mais tarde evoluiu nas práticas conhecidas como waidanshu (錬丹術, Rentanjutsu),(alcahestria, alkahestria, alcaestria, artes de purificação (連弾主, Rendanshu) ou alquimia de Xing) e a alquimia diastrófica (ou alquimia de Amestris). Suas origens são obscuras, e após a destruição do país, apenas Van Hohenheim e Pai sabiam utiliza-la. Partindo das ruínas de Xerxes, os dois foram em direções opostas, Hohenheim foi para o leste na direção de Xing, enquanto Pai foi para oeste, para a terra que um dia seria Amestris. No leste, Hohenheim ensinou aos xingueses sobre a alquimia movida por uma força conhecida como "pulso do dragão", e ficou conhecido na história como o "profeta do oeste". Enquanto a alquimia amestrina desenvolvida por Pai (que ficou conhecido como "profeta do leste") clama utilizar-se da energia dos movimentos de placas tectônicas e usa a manipulação da matéria como ferramenta científica, a de Xing é centrada no pulso do dragão (龍脈 Lóngmài), a energia natural da Terra que se assemelha ao conceito de qi (energia vital), e flui constantemente, descendo do topo das montanhas como um rio, e cobrindo o solo.

OrdemPurificação.png

O pentagrama é bastante utilizado na waidanshu, e simboliza a purificação.

Apesar de qualquer forma de alquimia poder ser usada medicinalmente com alguma prática, a waidanshu tem a regeneração como objetivo principal, de forma que os médicos de Xing podem mover o fluxo de energia do pulso do dragão através do corpo de pessoas, curando ferimentos leves e diversas doenças com facilidade. Na alquimia amestrina, Tim Marcoh foi o maior estudioso no campo da regeneração, e possuía o conhecimento e materiais necessários para realizar a transmutação medicinal, apesar de que, com sua pedra filosofal, raramente necessitava de materiais para a troca equivalente. Edward Elric também utilizou a alquimia de forma medicinal para salvar a própria vida, mas como não possuía conhecimento ou materiais para a troca, teve de usar apenas as próprias células, o que pode ter custado uma parte de sua expectativa de vida restante.[8] Van Hohenheim também faz uso de uma técnica de transmutação medicinal com Izumi Curtis, mudando o curso de vasos sanguíneos e órgãos, curando-a de sua condição terminal, apesar de ser incapaz de regenerar os órgãos que Deus havia retirado dela em troca do conhecimento.[9]

Origens da alquimia amestrina

Tubos.png

O início do sistema de tubos que parte das costas de Pai.

A alquimia foi ensinada aos amestrinos pelo profeta do leste cerca de 350 anos antes do início da série[6], e clama utiliza-se da energia diastrófica de movimentos tectônicos para realizar transmutações. Como praticantes de waidanshu entendem a alquimia de forma diferente, eles podem perceber claramente que este não é o caso, já que o estilo usado em Amestris (no tempo em que Pai) dominou o país era a alquimia interna (ou neidanshu), baseada na própria energia de Pai como pedra filosofal. Apesar de tal energia diastrófica existir e poder ser utilizada, a verdadeira fonte de energia da alquimia amestrina é a energia da pedra filosofal, que viaja através de uma rede de tubos das costas de Pai para todo o subsolo do país. Estes tubos agem como uma barreira entre os alquimistas amestrinos e a energia diastrófica, que era provavelmente uma das energias utilizadas pelos alquimistas de Xerxes. No fim da série, a prática diastrófica original desenvolvida por Pai é restaurada, já que ele não pode mais bloqueá-la.

Na série de 2003, alquimistas que transmutam objetos acima de suas habilidades ficam exaustos, o que sugere que ao menos uma parte da energia vem do corpo do usuário. No fim da animação, a fonte principal de energia da alquimia é revelada, e trata-se das almas de pessoas mortas passando pelo portão alquímico saindo do mundo real.[10]

Trivialidades

  • As transmutações ocorrem na forma de descargas de luz elétrica, que nas animações possuem diversas cores: azul (transmutações normais), vermelho (transmutações que utilizam a pedra filosofal, incluindo a regeneração de homúnculos, transmutações feitas por Scar na série 2003 ), verde (a alquimia de plantas de Russel, Fletcher e Nash Tringham utiliza esta cor. O alquimista Lujon utiliza a mesma cor ao tentar curar vítimas de fossilite ), rosa (Dietlinde Eckhart utiliza variações da cor em sua alquimia), roxo (transmutações humanas realizadas sem a pedra filosofal geram uma luz roxa muito escura), amarelo (a alquimia "passada de geração em geração na família Armstrong" utilizada pelo Major Strong Arm libera relâmpagos amarelos), laranja (os relâmpagos da alquimia das chamas de Roy Mustang possuem uma coloração alaranjada).

Referências

  1. Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Episódio 5.
  2. Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Episódio 3.
  3. Nota: No mundo real, a lei da conservação de massas só se aplica a sistemas fechados, que não é o caso da Terra.
  4. 4,0 4,1 Anime de Fullmetal Alchemist (2003-2004).
  5. 5,0 5,1 5,2 Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009-2010).
  6. 6,0 6,1 6,2 6,3 Mangá de Fullmetal Alchemist (2001-2010).
  7. Mangá de Fullmetal Alchemist, capítulo 6.
  8. Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Episódio 41.
  9. Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Episódio 40.
  10. Fullmetal Alchemist: Conquistador de Shambala (2005).

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